DGA "preocupada" com a captura das tartarugas.

Escrito por  rnstp Set. 22, 2017

Cinco das sete espécies de tartarugas marinhas existentes no mundo e que se encontram em São Tomé e Príncipe estão em risco de desaparecer.

Face ao elevado número de capturas de tartarugas marinhas e a perda de ninhos pela população local e registada no País nos últimos anos, o Governo aprovou e publicou uma Lei de Protecção destas espécies ameaçadas de extinção em Abril de 2014, o Decreto-Lei nº8/2014. O nível de ameaça destas espécies, obrigou as autoridades nacionais a tomarem medidas necessárias para protegê-las, uma vez que fazem parte do “património natural” de valor incalculável do povo sãotomense. E estando no início de mais uma temporada de desova de tartarugas marinhas, a Direcção-Geral do Ambiente (DGA) em comunicado distribuído esta semana à Imprensa apela as autoridades judiciais e distritais e à sociedade civil para actuarem face ao nível de ameaça e denunciar as pessoas que se encontram a caçar tartarugas marinhas bem como aquelas que vendem os seus derivados, incluindo carne, ovos e carapaça. As autoridades vão dispor do apoio dos guardas de praia do “Programa Tatô” para identificar os infractores e denunciar as práticas ilícitas.

As tartarugas marinhas são componentes essenciais do património natural e legado histórico-cultural nacional e de elevado valor ecológico e turístico e a sua extinção pode provocar desequilíbrio no nosso ecossistema com consequências graves na biodiversidade marinha.

 

 

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