12 de Julho de 1975-12 de Julho de 2016=41 anos da independência nacional com "avanços e recúos" em vários domínios da vida política, económica e social do país‏.

Escrito por  RNSTP Jul. 14, 2016

A histórica Praça da Independência, acolheu esta terça-feira, 12 de Julho, o acto central alusivo ao Quadragésimo Primeiro Aniversário da Independência Nacional.

 

O acto foi marcado por dois discursos políticos, proferidos pelo Presidente da Câmara de Água-Grande Ekneide Lima dos Santos e pelo Presidente da República, em exercício, Manuel Pinto da Costa que concorre para um segundo mandato às eleições presidenciais de 17 de Julho.

O autarca de Água-Grande, Ekneide Lima dos Santos destacou no seu discurso defendeu a continuidade da preservação e promoção da cultura nacional.

O Presidente da República, Manuel Pinto da Costa, aproveitou o momento das celebrações para apelar ao voto dos eleitores nas presidenciais de domingo, afirmando estar certo de que tudo decorrerá com todas a normalidade de modo a que cada um possa fazer em consciência e liberdade a sua escolha de forma a dar ao mundo um exemplo de civismo e maturidade da Democracia Sãotomense.

O Presidente Pinto da Costa reconheceu, ressaltando no seu discurso que os momentos são difíceis, mas a nossa Independência, é o nosso bem mais precioso que temos que saber transmitir à geração mais jovem que não viveu este momento.

O Presidente da República precisou, recorde-se, que o 12 de Julho "é também um dia que devemos viver com união, apesar das diferenças, para que todos possamos ser livres".

Isto, porque conforme ressaltou no seu discurso “é o dia da independência, o dia mais importante da nossa história enquanto povo, o dia em que conquistámos a liberdade e tomamos o destino nas nossas mãos. Esta será para sempre uma data inesquecível e por todos deve ser celebrada".

A ausência do Primeiro-Ministro e Chefe do Governo, Patrice Emery Trovoada nesta cerimónia, foi já justificada pelo Governo que alegou que o Chefe do Executivo está, em território nacional, concretamente, na Região Autonóma do Príncipe, à convite do Governo Regional.

O antigo Presidente da República, Miguel Trovoada, que esteve na cerimónia, em declarações à Imprensa, considerou que o apelo à união, que ontem foi repetido pelo actual Chefe de Estado constitui "um certo mito".

Miguel Trovoada reconhece que actualmente, no país "há um desentendimento mas aqueles que procuram a união não são capazes de fazer a união na sua própria casa", deixou a entender, fazendo alusão ao facto de Pinto da
Costa já não contar com o apoio formal do seu próprio partido.

 

"O desentendimento entre os órgãos de soberania tem sido prejudicial", disse Miguel Trovoada, acrescentando que "a estabilidade é o 'slogan' da moda" mas "é necessário coerência" nas políticas e na estratégia para o país”.

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