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PR regressa da COP 23 esperançoso

Escrito por  rnstp Nov. 22, 2017

O Presidente da República, Evaristo Carvalho, regressou na noite desta terça-feira (21) ao país, depois de ter participado na Conferência das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas (COP 23) realizada em Bona, Alemanha.

 

No aeroporto, Evaristo Carvalho fez o balanço da reunião que contou com mais de 20 mil participantes de 197 países.

O Presidente da República deu nota positiva à organização, embora os objectivos da conferência não ter sido atingido no seu todo. “A conferência foi bem organizada”, não obstante, “não se atingiu os 100% daquilo que se esperava no capítulo de financiamento dos projectos.”

Nesta conferência, a delegação santomense reconfirmou a adesão do país ao Acordo de Paris e a vontade de continuar a trabalhar na redução de emissão dos gases poluidores, mesmo não sendo um país poluidor, acrescentou Evaristo Carvalho.

“Tivemos, mais uma vez, a oportunidade de manifestar a nossa vontade de contribuir na luta pela redução de emissões e só esperamos que nos últimos tempos haja apoio financeiros das organizações internacionais e dos parceiros desenvolvimento para que possamos implementar os nossos projectos em benefício da redução das emissões.”

Segundo o Presidente da República, São Tomé e Príncipe reforçou a sua vontade de fazer substituição gradual do sistema de produção de energias fósseis para energias limpas, mas é preciso que haja apoio dos parceiros.

A COP 23 realizada em Bona inicialmente marcada para 6 à 17 deste mês, só terminou na madrugada de sábado (dia 18) mas com poucos avanços no que se refere ao Fundo de financiamento dos projectos de adaptação aos efeitos das alterações climáticas em países em desenvolvimento.

O Fundo criado em 2001 como parte do Protocolo do Kyoto, e ratificado em 2015, na COP 21, em Paris, diz que as nações mais ricas comprometem-se a destinar, até 2020, 100 mil milhões de dólares por ano para países vulneráveis às alterações climáticas. No entanto, desde 2009, apenas 45 mil milhões de dólares foram alocados a este Fundo. O continente africano recebeu apenas 4% dos investimentos. O que tem provocado descontentamento dos países africanos.

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